segunda-feira, 16 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Organização de aula

Olá, meus alunos.
Sobre a aplicação da abordagem comunicativa, podemos dizer ser a construção de um programa de estudo funcional = de acordo com as funções que o aluno deve ser capaz de realizar na língua alvo(L2) e concomitante a isso se faz uma seleção do Vocabulário de gramática de acordo com as funções lecionadas.
Ando lendo mais coisas sobre o método comunicativo e planejamento de aula. Dessa forma, gostaria de apresentar as duas principais possibilidades para organização das aulas:
1) Seqüência de atividades ao ciclo A-P-P que significa (Apresentação/Prática e Produção), em inglês é P-P-P(Presentation/Practice e Production)
e
2) Aula baseada em tarefa, em inglês conhecida como Task-Based Language Teaching – TBLT)
1- Aula com ciclo APP
Sobre a aplicação da abordagem comunicativa, podemos dizer ser a construção de um programa de estudo funcional = de acordo com as funções que o aluno deve ser capaz de realizar na língua alvo(L2) e concomitante a isso se faz uma seleção do Vocabulário de gramática de acordo com as funções lecionadas.
Ando lendo mais coisas sobre o método comunicativo e planejamento de aula. Dessa forma, gostaria de apresentar as duas principais possibilidades para organização das aulas:
1) Seqüência de atividades ao ciclo A-P-P que significa (Apresentação/Prática e Produção), em inglês é P-P-P(Presentation/Practice e Production)
e
2) Aula baseada em tarefa, em inglês conhecida como Task-Based Language Teaching – TBLT)
1- Aula com ciclo APP
o modelo de aula APP corresponde a aula é dividida em três estágios: no primeiro, a forma e a função de determinada estrutura gramatical são apresentadas; em seguida, passa-se à prática controlada e menos controlada do item gramatical apresentado; no último estágio, o professor promove uma atividade mais livre, na qual os alunos têm a
oportunidade de fazer uso da nova estrutura. Quanto maior for sua participação oral nas atividades, melhor será a aula.
2- Aula baseada em tarefa
A aula também é composta por três fases: pré-tarefa, na qual se faz uma
introdução ao tópico e à tarefa; ciclo da tarefa, em que os alunos executam a tarefa, planejam a apresentação de como a realizaram e reportam aos colegas; foco na língua, na qual os alunos analisam as estruturas que utilizaram durante a realização da tarefa e, quando necessário, o professor conduz atividades de prática.
Nas duas formas de organizar as aulas se tem como base o “Functional Approach”- ensino funcional= trabalhos de fluência interativos em pequenos grupos
Referências:
RICHARDS, Jack C. O ensino comunicativo de língua estrangeira. São Paulo: SBS Editora, 2006.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Concurso para instrutor de Libras Prefeitura Municipal de Barueri

CONCURSO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BARUERI
Cargo: Instrutor de Libras
Número de vagas: 02
Requisitos: Ensino Superior Completo em Pedagogia ou Normal Superior ou Licenciaturas ou Ensino Médio Completo com habilitação específica para o Magistério + Curso de Formação de Instrutor de Libras OBRIGATÓRIO ou Ensino Médio completo + Curso de Formação de Instrutor de Libras OBRIGATÓRIO.
Vencimentos: 11,52 h/a
Valor da Inscrição: R$ 37,00
************ ********* ********* ********* ********* ********* ********* ********* **
Cargo: Tradutor e Interprete de Libras
Número de Vagas: 10
Requisitos: Ensino Superior Completo em Pedagogia ou Normal Superior ou Licenciaturas ou Ensino Médio Completo com habilitação específica para o Magistério + Curso de formação de Interprete OBRIGATÓRIO ou Ensino Médio Completo + Curso de Formação de Interprete de Libras OBRIGATÓRIO.
Vencimentos: 11,52 h/a
Valor da Inscrição: R$ 37,00
Inscrição no site:
www.equipeassessoria.com.br
Cargo: Instrutor de Libras
Número de vagas: 02
Requisitos: Ensino Superior Completo em Pedagogia ou Normal Superior ou Licenciaturas ou Ensino Médio Completo com habilitação específica para o Magistério + Curso de Formação de Instrutor de Libras OBRIGATÓRIO ou Ensino Médio completo + Curso de Formação de Instrutor de Libras OBRIGATÓRIO.
Vencimentos: 11,52 h/a
Valor da Inscrição: R$ 37,00
************ ********* ********* ********* ********* ********* ********* ********* **
Cargo: Tradutor e Interprete de Libras
Número de Vagas: 10
Requisitos: Ensino Superior Completo em Pedagogia ou Normal Superior ou Licenciaturas ou Ensino Médio Completo com habilitação específica para o Magistério + Curso de formação de Interprete OBRIGATÓRIO ou Ensino Médio Completo + Curso de Formação de Interprete de Libras OBRIGATÓRIO.
Vencimentos: 11,52 h/a
Valor da Inscrição: R$ 37,00
Inscrição no site:
www.equipeassessoria.com.br
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vaga para professores de libras
terça-feira, 20 de outubro de 2009
II Congresso Nacional de Inclusão Social do Negro Surdo

6 e 7 de novembro de 2009
Local: Auditório do Memorial da América Latina – São Paulo/SP (próxima a estação Barra Funda do metrô)
Horário: Dia 6 das 8h às 17h – Dia 7 das 9h às 17h
Divulgar: abertura da inscrição
Site: www.cbsurdos.org.br
Faça sua inscrição por e-mail:
inscricaosurdonegro@gmail.com
Veja: www.comasmaos.com.br/cisns/index.php
Concurso para professor de Libras USP - Faculdade de Educação

FACULDADE DE EDUCAÇÃOEDITAL FEUSP Nº 31/2009
ABERTURA DE INSCRIÇÕES AO CONCURSO DE TÍTULOS E PROVAS VISANDO O PROVIMENTODE 01 (UM) CARGO DE PROFESSOR DOUTOR NO DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA DAEDUCAÇÃO E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO (EDF) DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DAUNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.
A Diretora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo tornapúblico a todos os interessados que, de acordo com o decidido pelaCongregação, em sessão realizada no dia 27/08/2009, estarão abertas naAssistência Técnica Acadêmica da FEUSP, no período de 29 de setembro a 27 denovembro de 2009, das 9h00 às 12h00 e das 14 às 17h00, de segunda asextafeira, nos dias úteis, exceto feriados e pontos facultativos, asinscrições ao Concurso Público de Títulos e Provas para Provimento Efetivode 01 (um) cargo de Professor Doutor, referência “MS- 3” , em regime de RDIDP ,cargo/claro nº 1100300, no Departamento de Filosofia da Educação e Ciênciasda Educação (EDF) desta Faculdade, com salário de R$ 6.325,31 (seis mil,trezentos e vinte e cinco reais e trinta e um centavos), referente ao mês dejunho de 2008, com base no programa da seguinte disciplina:“EDF0665 - LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais, nos termos do artigo 125, §1º do Regimento Geral da USP.
O respectivo programa da disciplina acima mencionada é o seguinte:
EDF0665 - LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais
1. Aspectos históricos e culturais da Surdez e da deficiência auditiva; 1.1 Classificação e etiologia da deficiência auditiva e surdez;
2. A escolarização da pessoa com deficiência auditiva e surdez;
3. Políticas educacionais e ensino de LIBRAS: Legislação internacional enacional;
4. Bilinguismo e escola;
5. A LIBRAS e a educação de surdos na perspectiva da Educação Inclusiva;
6. Aspectos gerais da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS;6.1. Técnica de comunicação - especificidade gramatical dalíngua;6.2. Aprendizagem de LIBRAS;6.3 Interpretações de LIBRAS no cotidiano escolar;
7. Metodologias Práticas de LIBRAS e suas aplicações;7.1.A comunicação e contextualização do Alfabeto Manual com os sinaisespecíficos e a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS dentro da sala de aula;7.2.Ensino e Aprendizagem da leitura e escrita do português para surdos.
Bibliografia
BRASIL. Decreto nº. 5626. Regulamenta a Lei nº. 10436, de 24 de abril de2002, e o artigo 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Brasília:SEESP/MEC, 2005.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. PolíticaNacional da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. MEC /SEESP, Brasília, 2008.
BRITO, L. F. Por uma gramática de Línguas de Sinais. Rio de Janeiro: TempoBrasileiro,1995.
CAPOVILLA, Fernando César, Raphael, Walkiria Duarte:Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira.USP, 2001
FELIPE, T. A. LIBRAS em contexto: curso básico, livro do estudante cursista.Brasília: Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos, MEC; SEESP, 2001.
FERNANDES, E. Problemas lingüísticos e cognitivos do surdo. Rio de Janeiro:AGIR, 1990._______. Linguagem e surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003.
FERREIRA-BRITO, L. Por uma gramática de língua de sinais.Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,1995._______. Integração social & educação de surdos. Rio de Janeiro: Babel,1993. In: GOES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e Comunicação.Campinas: Autores Associados, 1999.Grupo de Estudos Surdos e Educação. ETD - Educação Temática Digital,Campinas, v.7, n.2, p.14-23, jun. 2006 - ISSN: 1676-2592.
HARLAN Lane: A Máscara da Benevolência, a Comunidade Surda Amordaçada.Horizontes Pedagógicos,1997
LACERDA, Cristina B F e Góes MCR (org.) Surdez -Processos Educativos e Subjetividade. São Paulo: Editora Lovise LTDA, 2000.p.23 - 28._________. “A inclusão escolar de alunos surdos: o que dizem alunos,professores e intérpretes sobre esta experiência”. Cadernos CEDES, 69, vol..26, p.163-184, 2006. Libras em Contexto - Curso básico. Livro do Aluno.FENEIS / MEC, 1997.LODI, A. C. B., et all (org.). Letramento e minorias. Porto Alegre:Mediação, 2002.
PEREIRA, M.C.C.; NAKASATO, R. Narrativas infantis em Língua Brasileira deSinais. Letras de hoje. Porto Alegre, v. 39, nº 3, 2004, 273-284._ ______. Especificidades das narrativas em Língua de Sinais Brasileira.Anais do III Congresso Internacional da ABRALIN.Rio de Janeiro:Universidade Federal Fluminense. Publicado em CD, 2003,457-460
QUADROS,Ronice .M.; KARNOPP, L.B. Língua de Sinais Brasileira - estudoslingüísticos. Porto Alegre, RS.: ArtMed, 2004
__________. Educação deSurdos: a Aquisição da Linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2005.
__________. (org..) Estudos Surdos I. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul,2006.
__________. (org.) Estudos Surdos II. Petrópolis, Rio de Janeiro: AraraAzul, 2007.SACKS, Oliver: Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos, São Paulo:Companhia das Letras, 1998 SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação.Diretoria de Orientação Técnica. Orientações curriculares e proposição deexpectativas de aprendizagem para Educação Infantil e Ensino Fundamental:Língua Brasileira de Sinais-LIBRAS. São Paulo: SME/DOT,2008.SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL. Dicionário Digital da Língua Brasileira deSinais. Rio de Janeiro:Instituto Nacional de Educação de Surdos, 2000.
SOUZA,Regina Maria; SILVESTRE, Nuria. Educação de Surdos: Pontos econtrapontos. In:. ARANTES,Valeria Amorim. (Org.). Inclusão escolar: pontose contrapontos. São Paulo, Summus, 2007.
SKLIAR, Carlos. A escola para surdos e suas metas: Repensando o currículonuma perspectiva bilingüe e multicultural. In Seminário Surdez, Cidadania,Educação: Refletindo sobre os processos de exclusão e inclusão. INES (org),Divisão de Estudos e Pesquisas. Rio de Janeiro: INES, 1998, 180-192.
__________. Estudos Surdos e Estudos Culturais em Educação:Um debate entre professores ouvintes e Surdos sobre o currículo escolar. In:SKLIAR, C. (org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças.Porto Alegre: Mediação, 1998.VERGAMINE, S. A. A (org). Mãos fazendo história. Editora Arara Azul, 2003.
WILCOX, S.; WILCOX, P.P. Aprender a ver. Rio de Janeiro:Editora Arara Azul, 2005.
O concurso será regido pelo disposto no Estatuto, no Regimento Geral daUniversidade de São Paulo e no Regimento da Faculdade de Educação, baixadopela Resolução 4046, de 19/11/1993.1. As inscrições serão feitas, pessoalmente ou por procuração, naAssistência Técnica Acadêmica da Faculdade de Educação da Universidade deSão Paulo, Sala 103 do Bloco “A”, Av. da Universidade, 308, São Paulo, SP,devendo o candidato preencher requerimento dirigido à Diretora da Faculdade,contendo dados pessoais (nome, RG, CPF, nacionalidade, estado civil,telefones residencial e celular, endereços residencial e eletrônico) e áreade conhecimento do Departamento a que concorre, acompanhado dos seguintesdocumentos:I - memorial circunstanciado, em dez cópias, no qual sejamcomprovados os trabalhos publicados, as atividades realizadas pertinentes aoconcurso e as demais informações que permitam avaliação de seus méritos, complano de trabalho em que o projeto de pesquisa esteja relacionado a ensino,pesquisa e extensão;II - prova de que é portador do título de Doutor outorgado pela USP, por elareconhecido ou de validade nacional, ou fazer prova de pedido dereconhecimento junto aos órgãos competentes (original e cópia);III - atestado pró-libras emitido pelo Ministério da Educação e Cultura,conforme Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002;IV - prova de quitação com o serviço militar para candidatos do sexomasculino (original e cópia);V - título de eleitor (original e cópia) e comprovante de votação da ultimaeleição (todos os turnos) ou prova de pagamento da respectiva multa ou adevida justificativa (original e cópia).VI - Documento de Identidade (original e cópia). § 1º: Os docentes emexercício na USP serão dispensados das exigências referidas nos incisos IV eV, desde que as tenham cumprido por ocasião de seu contrato inicial.§ 2º: Os candidatos estrangeiros serão dispensados das exigências dosincisos IVe V, devendo comprovar que se encontram no país em situaçãoregular.§ 3º: O candidato estrangeiro aprovado no concurso e indicado para opreenchimento do cargo só poderá tomar posse se apresentar visto temporárioou permanente, que faculte o exercício de atividade remunerada no Brasil.§ 4º: No ato da inscrição, os candidatos deverão entregar a documentaçãoacondicionada em pastas, com indicação dos números dos documentos contidosem cada uma delas, juntamente com uma lista dos referidos documentos.2. As inscrições serão julgadas pela Congregação, em seu aspecto formal,publicando-se a decisão em edital. § Único: O concurso deverá realizar-seapós a aceitação da inscrição, no prazo de trinta a cento e vinte dias deacordo com o art. 134, § único do Regimento Geral da USP.3. O concurso será realizado segundo critérios objetivos, em duas fases,por meio de atribuição de notas em provas, assim divididas:1ª fase (eliminatória) - prova escrita (peso 4)2ª fase - prova didática (peso 3) e julgamento de memorial com prova públicade argüição (peso 3).I. Primeira fase: Prova Escrita - Caráter eliminatório.4. A Prova Escrita, que versará sobre assunto de ordem geral edoutrinaria, será realizada de acordo com o disposto no art. 139 e seu §único do Regimento Geral da USP.4.1. A Comissão Julgadora organizará uma lista de dez pontos, com base noprograma de concurso e dela dará conhecimento aos candidatos, vinte e quatrohoras antes do sorteio do ponto, sendo vedado ao candidato renunciar a esseprazo.4.2.. Será automaticamente excluído do certame o candidato que seapresentar após a Comissão Julgadora ter dado conhecimento da lista depontos aos candidatos.4.3. O candidato poderá propor a substituição de pontos imediatamente apóstomar conhecimento de seus enunciados, se entender que não pertencem aoprograma do concurso, cabendo à Comissão Julgadora decidir, de plano, sobrea procedência da alegação.4.4. Sorteado o ponto, inicia-se o prazo improrrogável de cinco horas deduração da prova.4.5. Durante sessenta minutos, após o sorteio do ponto, será permitida aconsulta à livros, periódicos e outros documentos bibliográficos.4.6. As anotações efetuadas durante o período de consulta poderão serutilizadas no decorrer da prova, devendo ser feitas em papel rubricado pelaComissão Julgadora e anexadas ao texto final.4.7. A prova, que será lida em sessão pública pelo candidato, deverá serreproduzida em cópias que serão entregues aos membros da Comissão Julgadora,ao se abrir a sessão.4.8. Cada prova será avaliada pelos membros da Comissão Julgadoraindividualmente.4.9. A nota desta prova poderá variar de zero a dez, com aproximação até aprimeira casa decimal.5. Serão considerados habilitados para a segunda fase, os candidatos queobtiveram, da maioria dos membros da Comissão Julgadora, nota mínima sete.6. A Comissão Julgadora apresentará, em sessão pública, as notas recebidaspelos candidatos na Prova Escrita.II. Segunda Fase: Prova Pública de Argüição e Julgamento do Memorial eProva Didática.7. Participarão da segunda fase somente os candidatos aprovados naprimeira fase.8. Prova Pública de Argüição e Julgamento do Memorial.8.1. O julgamento do memorial expresso mediante nota global, incluídoargüição e avaliação deverá refletir o mérito acadêmico e científico docandidato. No julgamento do memorial, a Comissão Julgadora apreciará:I - Produção científica, literária, filosófica ou artística;II - Atividade didática universitária;III - Atividades relacionadas à prestação de serviços à comunidade;IV - Atividades profissionais ou outras quando for o caso;V - Diplomas e dignidades universitárias.8.2. Finda a argüição de todos os candidatos, a Comissão Julgadora,atribuirá a cada um dos candidatos as respectivas notas, que variarão dezero a dez, com aproximação até a primeira casa decimal.9. Prova Didática.9.1. A prova didática será pública, com a duração mínima de quarenta emáxima de sessenta minutos, e versará sobre o programa da área deconhecimento acima mencionada, nos termos do art. 137, do Regimento Geral daUSP.9.2. A Comissão Julgadora com base no programa do concurso organizará umalista de dez pontos, da qual os candidatos tomarão conhecimento,imediatamente antes do sorteio do ponto.9.3. O candidato poderá propor a substituição de pontos, imediatamenteapós tomar conhecimento de seus enunciados, se entender que não pertencem aoprograma do concurso, cabendo à Comissão Julgadora decidir, de plano, sobrea procedência da alegação..9.4. O sorteio do ponto será feito vinte e quatro horas antes darealização da prova didática, sendo vedado ao candidato renunciar a esseprazo.9.5. O candidato poderá utilizar-se do material didático que julgarnecessário.9.6. Finda a prova didática de todos os candidatos, a Comissão Julgadora,individualmente, atribuirá a cada um dos candidatos as respectivas notas,que variarão de zero a dez, com aproximação até a primeira casa decimal.10. O julgamento da Segunda Fase será feito de acordo com as seguintesnormas:10.1. Cada prova será avaliada pelos membros da Comissão Julgadora,individualmente.10.2. As notas das provas poderão variar de zero a dez, com aproximação atéa primeira casa decimal.10.3. A nota obtida pelo candidato aprovado na prova escrita irá compor amédia final da segunda fase.10.4. Ao término das provas, cada candidato terá de cada examinador uma notafinal que será a média ponderada das notas por ele conferidas nas duasfases, observados os pesos fixados no item 3.10.5. A classificação dos candidatos será feita por examinador, segundo asnotas por ele conferidas.10..6. Serão considerados habilitados os candidatos que alcançarem, damaioria dos examinadores, nota final mínima sete.11. O resultado do concurso será proclamado pela ComissãoJulgadora, imediatamente após seu término, em sessão pública.12. Será proposto para nomeação o candidato que obtiver maior número deindicações da Comissão Julgadora.13. O empate de indicações será decidido pela Congregação, ao apreciar orelatório da Comissão Julgadora, prevalecendo, sucessivamente, a média geralobtida, o maior título universitário e o maior tempo de serviço docente naUSP.14. O ingresso do docente em RDIDP é condicionado à aprovação da ComissãoEspecial de Regimes de Trabalho - CERT, na forma da Resolução 3533/89 edemais disposições regimentais vigentes.15. O concurso terá validade imediata, e será proposto para nomeação somenteo candidato indicado para o cargo posto em concurso.
9. Maiores informações, bem como as normas pertinentes ao concurso,encontram-se à disposição dos interessados na Assistência Técnica Acadêmicada Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, no endereço acimacitado através dos telefones 3813-7677/3091-3294 ou pelo site<http://www.fe.usp.br/> www.fe.usp.br.Para consultar o edital acesse <http://www.imesp.com.br/> www.imesp.com.brEste texto não substitui o publicado no D.O.E. de 29.09.2009.Para consultar o edital acesse <http://www.imesp.com.br/> www.imesp.com.br
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Concurso para professor de Libras Universidade Federal de Uberlândia

Concurso : Edital 030/2009 - CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARAPREENCHIMENTO DE VAGAS DE PROFESSOR DACARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR DAUNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA - UFU
Campus do Pontal, para o Curso de Pedagogia, nas seguintes áreas:
> > Área 1: Estágio Supervisionado, Projeto Integrado de Prática Educativa e> Educação Especial (Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS).>
Área 2: Didática, Estágio Supervisionado, Projeto Integrado de Prática Educativa.
> > Período de inscrições: 10 a 24 de agosto de 2009. A inscrição poderá ser feita> também pelo correio, obrigatoriamente, via SEDEX, valendo a data de limite de> postagem o dia 24 de agosto de 2009.> Horário de inscrições: 8h às 11h e de 14h às 17 h.> Local de inscrições: Secretaria da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal -> FACIP, à Avenida José João Dib, 2.545, Bairro Progresso em Ituiutaba – MG.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Encontro Nacional sobre Políticas de Língua(s) e Ensino

III ENPLE - ENCONTRO NACIONAL SOBRE POLÍTICAS DE LÍNGUA(S) E ENSINO
Brasília, 18-20 de novembro de 2009
A ALAB, Associação de Lingüística Aplicada do Brasil, e a Universidade de Brasília têm a honra de anunciar o seu III Encontro Nacional Sobre Políticas de Língua(s) e Ensino, a ser realizado em Brasília, no período de 18 a 20 de novembro de 2009, abordando o tema: AVALIANDO POLÍTICAS LINGUÍSTICAS PARA UM MUNDO PLURAL.
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SIMPÓSIO 18: ENSINO DE LIBRAS E FORMAÇÃO DE PROFESSORES
Coordenadoras: Maria Cecilia de Moura (PUC-SP), Ana Cláudia Lodi
(USP), Elomena Barbosa de Almeida (UNIMEP)
E-mail: alce55@uol.com. br
Coordenadoras: Maria Cecilia de Moura (PUC-SP), Ana Cláudia Lodi
(USP), Elomena Barbosa de Almeida (UNIMEP)
E-mail: alce55@uol.com. br
OBJETIVO(S)
Este Simpósio tem como objetivo discutir o ensino de Libras nos cursos de
Pedagogia, Fonoaudiologia, Letras e Licenciaturas em geral em termos de
objetivos e efetividade da disciplina para os diferentes Cursos, com ênfase
naqueles voltados à formação de professores. A questão que se coloca é:
basta o ensino de Libras em cursos de breve duração para que os professores
possam se considerar formados para o exercício profissional com sujeitos
surdos?
RESUMO:
Com a publicação do Decreto nº 5626/05, que regulamenta a Lei nº 10.436/02
e o art. 18 da Lei nº 10.098/00, tem-se observado um movimento das
Instituições públicas e privadas de Ensino Superior para se adequarem à
exigência legal no que diz respeito ao disposto ao Art. 3º do Decreto nº
5626/05, ou seja, a inserção da Libras como disciplina curricular obrigatória nos
cursos de formação de professores e de Fonoaudiologia e como disciplina
curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação
profissional. Apesar do avanço observado neste Decreto no que diz respeito à
divulgação da Libras e para a educação de pessoas surdas, alguns
questionamentos têm sido feitos, dada a generalidade que tal instrumento legal
e o MEC têm tratado esta questão no que se refere aos cursos de formação de
professores. Até o presente momento, não foram traçadas diretrizes que
discutam o conteúdo a ser abordado nesta disciplina nem o estabelecimento da
carga horária mínima para o desenvolvimento da mesma. Com isso, tem
havido uma vasta interpretação no que se refere à carga horária, programa de
disciplina e metodologias de ensino, acarretando em propostas nas quais o
oferecimento da disciplina é cumprido com um mínimo de horas - 34h/a -, ou
por intermédio de palestras que pouco podem contribuir para a formação do
profissional. Questiona-se, ainda, nos casos de oferecimento de uma disciplina
voltada, exclusivamente, para o ensino de LIBRAS, se apenas o conhecimento
da língua é suficiente para que as questões relativas ao ensino-aprendizagem
dos sujeitos surdos sejam contemplados quando na prática docente.
Acreditamos que esta discussão precisa ser enfrentada e que o compartilhar de
experiências possa auxiliar na reflexão desta complexa questão.
Este Simpósio tem como objetivo discutir o ensino de Libras nos cursos de
Pedagogia, Fonoaudiologia, Letras e Licenciaturas em geral em termos de
objetivos e efetividade da disciplina para os diferentes Cursos, com ênfase
naqueles voltados à formação de professores. A questão que se coloca é:
basta o ensino de Libras em cursos de breve duração para que os professores
possam se considerar formados para o exercício profissional com sujeitos
surdos?
RESUMO:
Com a publicação do Decreto nº 5626/05, que regulamenta a Lei nº 10.436/02
e o art. 18 da Lei nº 10.098/00, tem-se observado um movimento das
Instituições públicas e privadas de Ensino Superior para se adequarem à
exigência legal no que diz respeito ao disposto ao Art. 3º do Decreto nº
5626/05, ou seja, a inserção da Libras como disciplina curricular obrigatória nos
cursos de formação de professores e de Fonoaudiologia e como disciplina
curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação
profissional. Apesar do avanço observado neste Decreto no que diz respeito à
divulgação da Libras e para a educação de pessoas surdas, alguns
questionamentos têm sido feitos, dada a generalidade que tal instrumento legal
e o MEC têm tratado esta questão no que se refere aos cursos de formação de
professores. Até o presente momento, não foram traçadas diretrizes que
discutam o conteúdo a ser abordado nesta disciplina nem o estabelecimento da
carga horária mínima para o desenvolvimento da mesma. Com isso, tem
havido uma vasta interpretação no que se refere à carga horária, programa de
disciplina e metodologias de ensino, acarretando em propostas nas quais o
oferecimento da disciplina é cumprido com um mínimo de horas - 34h/a -, ou
por intermédio de palestras que pouco podem contribuir para a formação do
profissional. Questiona-se, ainda, nos casos de oferecimento de uma disciplina
voltada, exclusivamente, para o ensino de LIBRAS, se apenas o conhecimento
da língua é suficiente para que as questões relativas ao ensino-aprendizagem
dos sujeitos surdos sejam contemplados quando na prática docente.
Acreditamos que esta discussão precisa ser enfrentada e que o compartilhar de
experiências possa auxiliar na reflexão desta complexa questão.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
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